Saudade não é o que a gente sente quando a pessoa vai embora. Seria muito simples acenar um ‘tchau’ e contentar-se com as memórias, com o passado. Saudade não é ausência. É a presença, é tentar viver no presente. É a cama ainda desarrumada, o par de copos ao lado da garrafa de vinho, é a escova de dentes ao lado da sua. Saudades são todas as coisas que estão lá para nos dizer que não, a pessoa não foi embora. Muito pelo contrário: ela ficou, e de lá não sai. A ausência ocupa espaço, ocupa tempo, ocupa a cabeça, até demais. E faz com que a gente invente coisas, nos leva para tão próximo da total loucura quanto é permitido, para alguém em cujo prontuário se lê “sadio”. Ela faz a gente realmente acreditar que enlouquecemos. Ela nos deixa de cama, mesmo quando estamos fazendo todas as coisas do mundo. Todas e ao mesmo tempo. É o transtorno intermitente e perene de implorar por ‘um pouco mais’. Saudade não é olhar pro lado e dizer “se foi”. É olhar pro lado e perguntar “cadê?”. (Lucas Silveira)
Defendo meu melhor amigo de qualquer coisa. Passo por qualquer pessoas pra fazer ele sorrir. Porque não tem nada melhor de que ver ele sorrindo.
(via mariliabobb)
Expectations:
Reality:
INCEPTION
(Source: dallywally, via iwasborntobewithyou)
This is a letter from a kid, to Rio de Janeiro’s police. It’s written like a child would do, full of mistakes. And it’s lovely:
“Letter to the policemen
I’m happy because you got in (Complexo do Alemão, a huge favela that used to be dominated by drug dealers and now is in the power of the police) without one single shot. I congratulate you.
Thank you for our safety. I’m 7 years old.
Thank you, police.”
What a cutie
(via mariliabobb)